Mostrar mensagens com a etiqueta CCVF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CCVF. Mostrar todas as mensagens

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Guidance - 13/02 - Bear me, ...

Bear me 
It’s so lonely out here. So-lo-ne-ly. So alone for so long. It´s so lovely to be here. It’s a so-lo.

This thing between me and you… and you… and you… It’s complicated…

Can you bear the distance between us?

Can you bear if I leave you?

Can you bear this silence?

Can you bear it again?

Can you bear me?

1 + 1 = 1

The ultimate formula of love.

Um triste ensaio sobre a beleza
«Cristina Planas Leitão e Mara Andrade trazem uma dose dupla de dança ao público do GUIdance, com "Bear Me" e "Um Triste Ensaio sobre a Beleza", respectivamente. Enquanto a primeira criação explora o conceito de relação entre o "eu" e o "tu" (ou entre artista e público), a segunda debruça-se sobre a associação do trágico ao belo.»

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Guidance - 7/02

Planites

«(...) também essa precipitação sobre o vazio acontece em Planites, da coreógrafa grega Patricia Apergi, sábado no CCVF. (...) Apergi debruça-se sobre o movimento da viagem, de pessoas que se entregam à estrada deixando o passado para trás e de olhos postos num futuro menos opressivo. “Planites”, explica-nos, “vem da palavra grega ‘planetas’ e, tal como planetas que circulam à volta do sol, significa também vagabundo ou viajante.” A partir daí, a coreógrafa fez uma investigação do flamenco, das danças celtas irlandesas e de danças árabes e africanas, todas nascidas de jornadas migratórias.
Talvez mais importante, no entanto, tenha sido a série de entrevistas que realizou a pessoas chegadas à Grécia, fugindo de cenários de guerra e por vezes muito mal recebidas, mas também a cidadãos gregos que, com o país asfixiado pela crise financeira, optaram por partir. “Quis perceber o que se passa com estas pessoas, aquilo que encaram, quais as circunstâncias em que vivem estas pessoas que procuram um futuro melhor para as suas famílias, quis saber o que acontece durante esta viagem”, justifica. Por isso, simbolicamente, Patricia Apergi escolheu cinco intérpretes masculinos que começam Planites solitários, olhando um lugar vazio, encenando uma despedida. E partem de cinco pontos diferentes, valendo-se de igual forma de técnicas distintas de street dance, artes marciais, ballet clássico ou dança contemporânea. “São homens devido à ideia arquetípica de que o homem é aquele que viaja e a mulher simboliza a casa, estabilidade”, afirma. A presença feminina, intuída na ausência, é precisamente a das mulheres, mães, filhas, irmãs, namoradas ficadas em/na terra.»

O Esplêndido

«Máquina Agradável. A partir de Jean Genet. Andresa Soares, direção; Pedro Núñez, Rita Lucas Coelho, Pedro Inês, Andresa Soares, Vânia Rovisco e Lígia Soares, interpretação.
Podem a dança e o movimento ser veículos de interpretação de um texto imperfeito e inacabado de um dos maiores autores do século XX? A coreógrafa e bailarina Andressa Soares considerou que sim, e desafiou seis “coreógrafos experimentados e no auge da sua maturidade criativa” a trabalharem cada personagem, ...
A peça Splendid´s, texto de Jean Genet sobre um grupo de gangsters enclausurados num hotel, é lida a partir da “intensidade da contracena”, a que a dança empresta uma natural subjetividade para contar a história. Um desafio para os bailarinos/performers, a quem foi pedido que trabalhassem isoladamente cada personagem e, posteriormente, contracenassem no palco. Uma tamanha intensidade aplicada nos movimentos que deixa ao público “a sensação de que essas personagens se espelham e se fundem ao correr do tempo”.»
[texto de Frederico Bernardino | fotografias de Humberto Mouco]

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Começou o Guidance


Nostos - uma eventual penumbra da ambiguidade de André Mesquita

«Nostos quer-se como um retorno à ideia do corpo/casa, ao corpo/estrutura, enquanto sustentáculo ideológico e performativo de uma dança do interior, num movimento em relação direta com a música. 
“Muito raramente a premissa no nosso trabalho é musical, mas quase sempre física, e só depois é que se parte para uma “colagem” aos sons. Em Nostos, geramos o encontro entre som e movimento num único momento, que se quer de síntese para um novo ciclo individual em território português. Nada sabemos sobre o futuro e, nesse sentido, eis-nos chegados a um tempo de retorno ao princípio, a tudo aquilo que é essencial, ao toque, ao afeto, e à haptonomia que nos acompanha desde a fundação da TOK’ART.
Voltar à música e à dança. Voltar a Nostos.”  André Mesquita
Neste seu novo trabalho, André Mesquita irá contar com a parceria musical do pianista australiano Simon James Phillips, que se apresenta ao vivo.»

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Teatro «La vida es sonho»

«“La Vida Es Sonho” é da autoria de Calderón de la Barca, um dos dramaturgos maiores do Século de Ouro espanhol. O espetáculo conta a história de Segismundo, que é encarcerado numa torre a mando do pai Basílio “por medo dos fados e horóscopos que vaticinavam a sua morte, aos pés do seu filho”. Segismundo consegue, no entanto, libertar-se do passado, “libertando, também, os que o rodeiam” e perdoando Basílio. Segundo João Garcia Miguel, responsável pela direção, encenação e adaptação do texto, “a peça é um hino à solidão e ao isolamento”, em que o sonho é proposto “como um exercício para os impasses interiores que condicionam a liberdade”. »

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Filmes # 6 O gebo e a sombra

«Centenário, dotado de uma resistência e saúde física e mental inigualáveis, é o mais velho realizador do mundo em actividade, e ainda com planos futuros.» (Wikipedia)

Gosto muito do Manoel de Oliveira. Da sua obra ainda não conheço muito, mas gosto tanto da pessoa - da sua forma de ser e do modo como encara a vida. E que longa e produtiva tem sido a sua!
Das 32 longas metragens que realizou, só vi: «A carta», «Porto da minha infância», «Aniki-Bobó» e, agora, este: «O gebo e a sombra». Sem sombra de dúvida, dos 4 filmes, o meu preferido é o «Aniki-Bobó», o seu primeiro "verdadeiro" filme, de 1942.

Na passada 3ª feira, fui ver, no CCVF, em pré-estreia, «O gebo e a sombra», filme baseado na obra homónima de Raúl Brandão. Em entrevista, Manoel de Oliveira diz que «A escolha desse texto tem uma história. Um amigo que aprecia o meu trabalho perguntou-me porque não fazia um filme sobre a pobreza. Respondi-lhe que um filme assim seria muito difícil de realizar excepto se se tratasse de um documentário no qual pudesse mostrar diversos casos de pobreza. Lembrei-me então da peça de Raúl Brandão, o Gebo e a Sombra, que fala de pobreza e de honestidade.» 

É um filme falado em francês, que integra no seu elenco vários artistas consagrados, nacional e internacionalmente. No CCVF, na pré-estreia, estiveram presentes, para além do realizador Manoel de Oliveira, três dos actores do filme: Cláudia Cardinale, Leonor Silveira e Ricardo Trêpa. 

Um recorte de jornal sobre o evento.

sábado, 28 de julho de 2012

Espetáculos # 17 Nite Jewel (Festival Manta)

E terminou o Festival Manta. O único defeito que teve foi a duração. Mal começou, acabou! Resumiu-se a dois dias (26 e 27 de julho). Foram 4 espetáculos: dois à tarde, na praça de Santiago (só assisti a um, na sexta feira) e dois à noite, nos jardins do CCVF, com os quais me deliciei. Gostei muito!
Quanto aos concertos principais, sobre Russian Red já me pronunciei, num post anterior. Nite Jewel, ontem à noite, foi surpreendente. Modernaço! Só foi pena ter ido direta da Orquestra Chinesa de Macau, para os jardins do CCVF. É uma parafernália de sensações. E são accionados recetores muito diferenciados, num período de tempo demasiado curto. Não usufruí tudo o que podia, como é óbvio. E mesmo assim, valeu muito a pena! 

Deixo um dos meus vídeos: 

Espetáculos # 16 Orquestra Chinesa de Macau e Carlos do Carmo

Guimarães está realmente de parabéns! Este ano tem sido fantástico! (Quase) Todos os dias são mágicos. Mas é difícil ultrapassar a grandiosidade do que vimos ontem por cá!
A Orquestra Chinesa de Macau, ontem à noite, no CCVF, proporcionou um espetáculo divinal, charmosíssimo, inebriante, magnífico... insuperável. 
Foi um completo deleite para os sentidos. O que eu gostava de partilhar a homenagem que fizeram a Carlos Paredes, tocando «Verdes Anos» - a orquestra e uma solista com um instrumento chinês - o liuqin. E, como se não bastasse todo aquele esplendor, deslumbrou-nos com a sua presença Carlos do Carmo e os seus guitarristas. Senti-me uma privilegiada por estar presente. Que conjugação fantástica!

Deixo uns videos (filmados com o telemóvel) que dão uma pequeníssima ideia:









sexta-feira, 27 de julho de 2012

Espetáculos # 15 Russian Red

Foi absolutamente fabuloso este concerto, ontem à noite nos jardins do CCVF. Dos melhores de SEMPRE!

Sem muitas palavras, prefiro deixar algumas das minhas amostrinhas. Coloco 4 pois não consigo optar por uma ou duas! 

Loving Strangers

Fuerteventura

I hate but I love you
Para terminar (o concerto e o post) ...

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Espetáculos # 12 FOE, Natalie Clein e Joana Carneiro

Acordei ainda inebriada.
Ontem, no CCVF, a violoncelista Natalie Clein e a Fundação Orquestra Estúdio, orientada pela maestrina Joana Carneiro, deram um espetáculo fabuloso. É pena não autorizarem a gravação de som e de imagens, para a posteridade. 
A emoção que a violoncelista transmite é contagiante. O violoncelo, para ela, e a batuta da Joana Carneiro, parece que se confundem com prolongamentos dos seus corpos. A entrega e a magia que fizeram não deixaram ninguém indiferente. O talento, associado a alguma loucura... Foi fantástico. 
Eu sei que não podia, mas não resisti a roubar uma imagenzinha...
Deixo 2 vídeos da net para que se possa entender um pouco da maravilha que foi este espetáculo, a conjugação de tudo isto...


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...