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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Filmes # 12 Centro Histórico


Foi apresentado, ontem à noite, no S. Mamede, o filme «Centro Histórico», uma encomenda Guimarães 2012, de que tanto se falou por cá durante este ano. São quatro perspetivas, por quatro realizadores. Estiveram presentes os quatro nesta apresentação: Aki Kaurismaki, Pedro Costa, Victor Érice e Manoel de Oliveira.


Aki Kaurismaki

O primeiro trecho, «O Tasqueiro», foi realizado pelo finlandês Aki Kaurismaki, é a história de um empregado de bar solitário, de Guimarães. É uma história simples, com alguma carga emotiva e até humorística, que conseguiu captar uma parte da essência da cidade. 








Pedro Costa
 A segunda parte teve a assinatura de Pedro Costa. Chamou-lhe «Sweet exorcist». Continuo sem entender a relação que possa existir entre este pequeno filme (e a sua personagem, o Ventura) e a finalidade da obra, no seu conjunto. Foi demorado, cansativo e descontextualizado, na minha opinião. 



Victor Erice
Victor Erice, o realizador espanhol, dirigiu «Vidros Partidos».
«Filmado numa antiga fábrica têxtil do Rio Vizela, abandonada desde 2002 e em estado de acelerada degradação, Erice ouviu também testemunhos de antigos operários dessa fábrica e oferece-nos uma pertinente reflexão sobre o passar do tempo, a memória e o esquecimento» 
Foi muito, muito interessante!



Manoel de Oliveira
A última parte do filme ficou a cargo do nosso querido Manoel de Oliveira, que esteve presente por cá novamente, num espaço de tempo muito curto. Realizou agora «O conquistador conquistado». Gostei desta parte, embora me soubesse a pouco. Mais um bocadinho de Oliveira, continuando o espírito pelo qual optou, seria muito agradável! 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Instalação «Swing»

«Swing é uma ode à herança industrial vimaranense, traduzida nos seus dispositivos mecânicos e nos sons evocativos daqueles produzidos outrora nas fábricas da cidade. Assume-se também como um objeto performativo, uma instalação interativa que depende da participação colaborativa do público para a sua ativação, apenas atingindo o máximo do seu potencial quando a cooperação entre vários utilizadores é efetiva, quando assim acontecer, far-se-á ... luz!»

domingo, 28 de outubro de 2012

Exposição - Rever a cidade (CAAA)

A exposição «Rever a cidade» esteve no CAAA até 7 de Outubro. Já a visitamos há uns dias mas, como não houve tempo mais cedo, aqui ficam algumas das (re)fotografias que por lá tiramos. 
Se não me engano, era na Av. D. Afonso Henriques...
Antiga Estação de Caminhos de Ferro
Largo João Franco
Esquina da Alameda para o Toural
O tribunal e a antiga praça (sem os muros)
 Um pormenor na praça de Santiago 

domingo, 14 de outubro de 2012

E a 3ª exposição do dia: CONTEXTILE 2012

Fomos ainda ver, hoje à tarde, a exposição patente na recentemente inaugurada Casa da Memória. Mesmo no último dia! CONTEXTILE 2012 faz parte da trienal de arte têxtil contemporânea e os trabalhos lá expostos resultaram de uma triagem, sendo que num universo de 233 artistas concorrentes foram selecionados os 53 considerados melhores.

«Este projeto tem como objetivo dar visibilidade à arte têxtil, mobilizar e incentivar os artistas para uma abordagem inovadora e experimental das artes visuais, assumir-se como plataforma criativa e de debate de ideias/projetos, desenvolvimento de redes internacionais, troca de boas práticas interdisciplinares e académicas.»

Das três exposições que visitamos hoje, foi desta que mais gostei. Sem dúvida alguma. 
Aqui ficam algumas das imagens que resultaram da visita. 
As nervuras foram substituídas por fios de cabelos... 
Madeira bordada!

E da segunda exposição na ASA (hoje à tarde):

The arts peep show caffe

Depois de uma espreitadela na dança, numa sala improvisada...

...foi mais ou menos assim a escolha da ementa cultural no The Arts Peep Show, ontem à noite:

«‎"-Boa noite. Que vai desejar?
-Boa noite! O que tem a sair?
-A sair temos "Fiama", seguido de "Pina Bausch", acompanhado de um "Hino de Guimarães" bem fresquinho."»

«Espaço performativo voyeurista com cruzamentos aleatórios de música, teatro, dança, poesia e gastronomia sinestésica, conjugados em espetáculos-relâmpago de alto valor calórico.
Esta ação integra-se no projeto Pop Up Retail, que tem como objetivo a intervenção temporária em espaços comerciais vazios, com o intuito de os dinamizar, através de atividades menos convencionais.»

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Noc Noc 7/10

Este foi um daqueles fins de semana memoráveis. Muito cansativo, exigiu persistência, para se conseguir ver o máximo possível... Não houve tempo para tudo! Nem de longe. Ficou muito por ver. Mas, era humanamente impossível. A oferta cultural era enorme!
Como hoje se comemorou o Dia Nacional dos Castelos, começamos por aí: logo de manhã, com muito calor, fomos ao Castelo, com  entrada gratuita para a visita, jogos e um espetáculo de teatro medieval. 
Para aproveitar a manhã, percorremos, mais uma vez, as ruas do Centro Histórico em busca da arte espalhada por aí. A sequência foi esta:
Largo dos Laranjais (esta foto e as próximas 4)
Galdéria take away à conquista da rua

Estudos Arquitectónicos - Ideias D2 (no interior do restaurante) - maquete do teatro Jordão
E voltamos ao nº44 (extensão do Museu Alberto Sampaio), principalmente
para ver esta exposição de pintura e as obras abaixo «A new face»:
Ainda de manhã, fomos à Loja do Júlio - alfarrabista - como se não bastassem os livros,
expôs fotografia, pintura e onde se podia conversar com uma escritora vimaranense.
Após o almoço, o objetivo era, na Igreja de S. Francisco, às 17h30, assistir a um concerto de Coros Japoneses. No entanto, era tamanha a confusão que, rapidamente desistimos e decidimos aproveitar o resto da tarde para o Noc Noc. É que tudo acabava por volta das 19H! Não havia tempo a perder. Entre uma peça de teatro, no Convívio, que nos ia tomar o resto do tempo e uma nova incursão por zonas que ainda não tínhamos visto, optamos pela segunda hipótese. Assim, começamos por dar um saltinho à Ilha do Sabão: 
Uma das obras, «Share the secrets», de entre várias interessantes, no
nº 61 - Ilha do Sabão.
Seguiu-se o CAAA. O objetivo era perseguir, por lá, o Noc Noc.
Mas, acabamos por usar o tempo na visita a esta exposição de fotografias - muito interessante. 
Uma nova «Biatura das Xata»! Estacionada em frente do CAAA...
Na Rua da Liberdade, nº 6 (este e mais alguns nos "entretantos").
No CICP, nº7, a quantidade de mostras era enorme. Acabamos por
ver a maior parte. Mas valeu mais pelas vistas, da parte de trás (foto abaixo)
e de lá de cima, a cidade.
Para terminar o dia (já quase sem me conseguir movimentar!), assistimos a uma parte do concerto dos «The Eggs Box Garage», na Praça de Couros, nº 64. Serviu para relaxar um pouquinho, antes de ir embora e interiorizar!
Esperemos que, para o ano, se mantenha pelo menos a este nível!

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