terça-feira, 19 de junho de 2012

Exposições # 2

Resolvi que este brainstorming inicial, para «arranque do blogue» só abarcará 2012 (desde o início, se me apetecer, mas só este ano). Para que exista alguma coerência, vá lá! Coerência do meu raciocínio, claro.

No início do mês de Março, foi possível visitar a Casa da Marcha (Gualteriana) e a exposição intitulada «106 anos de Arte, Cultura e Tradição».

Ficam aqui algumas das minhas fotos:










segunda-feira, 18 de junho de 2012

Música # 3

Estou mesmo numa fase de música clássica. O que fazem as influências!

Lullaby de Johannes Brahms é deliciosa!

PS - Lullaby = canção de embalar


A música na literatura # 2

Os livros de Murakami são vibrantes. Plenos de música, também.
Após a leitura de algumas páginas, lá vou eu descobrir o som que o autor escolheu para ilustrar a (sua) cena. Perceber se coincide com o que imaginei. Com a (minha) cena!
Hoje foi a «Serenata para Cordas» de Tchaikovsky» e o «Pássaro Profeta» de Schumann. (Da "crónica do pássaro de corda").
Para além de tudo, Murakami está a fazer-me (re)descobrir a música clássica.



domingo, 17 de junho de 2012

Espetáculos # 4 Em Junho 2012

Este foi ontem!

O que dizem na imprensa: «Uma nova enchente! Guimarães recebeu este sábado um espetáculo da companhia francesa Transe Express, realizado no âmbito da Capital Europeia da Cultura 2012. A performance, denominada «Maudits sonnants», conjugou diferentes mnifestações artísticas, cenografia urbana, teatro, música, proezas e arte plástica.
Depois de atuações em diversas cidades por todo o mundo, a companhia francesa fascinou os vimaranenses com um espetáculo de forte poder visual, no qual os artistas foram elevados num carrilhão, constituído por 26 sinos harmonizados e integrados numa estrutura metálica que remete para uma grande flor de lótus de 17 metros de diâmetro».

As minhas fotos: 


Mas  a ideia percebe-se muito melhor aqui:
(fotos da Gmrtv)








sábado, 16 de junho de 2012

Espetáculos # 3 Em Março de 2012

La Fura dels Baus - segundo espetáculo (Março 2012)

A história continua... Sob o tema do nascimento e vida do indivíduo e da nação, Tempo para criar marca a entrada na Primavera!

Algumas das minhas fotos:




 E um pequeno vídeo ilustrativo...


E a história (ainda) continua. Deve estar para breve!



Espetáculos # 2 Em Janeiro 2012

        Foi em Janeiro a abertura da CEC, com uma festa grandiosa no dia 21. As três primeiras fotos são dos ensaios e a última é do espetáculo propriamente dito, muito difícil de transpor para fotografia!






E um pequenino vídeo, mais ou menos ilustrativo...





sexta-feira, 15 de junho de 2012

Música # 2


Não é que hoje me ofereceram este CD e eu gostei muito? Que bem que me está a saber ouvi-lo!
Tem Sérgio Godinho, Jorge Palma, Mafalda Veiga, Sétima Legião e mais um ou outro de que gosto.
E, além disso, tem como objetivo a «sensibilização para a necessidade de implementar práticas de preservação ambiental (...) essenciais para que as gerações vindouras possam igualmente usufruir da Natureza».

Sempre gostei muito do «Restolho» de Mafalda Veiga, que não ouvia há décadas e que me deu uma saudadezinha de outros tempos.

Pelo que é tudo muito positivo! Bem-hajam!




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Espetáculos # 1

           Que engraçado! Encontrei ali ao lado (no youtube) um vídeo filmado no concerto da Emiliana Torrini, em 2009, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.
        É incrível como o tempo passa. Parece que foi ontem... Este concerto de Emiliana Torrini foi das melhores experiências que tive. Só de pensar que compramos os bilhetes nos últimos momentos... Perdem-se tantas experiências irrepetíveis... O vídeo é este: «Today has been ok» 


 A música seguinte, no entanto, para mim, é mais demonstrativa da superioridade desta cantora islandesa. É fabulosa.


Why put a title on it # 2


A leitura # 1

A FUGA - Carolyn Jessop 


       A Fuga é um documento muito dramático, contado na primeira pessoa. Relata as vivências de Carolyn Jessop no seio de uma família poligâmica, segundo os preceitos da Igreja Fundamentalista dos Santos dos Últimos Dias, derivada da Igreja Mórmon.

Lê-se na capa: «Nasci numa seita poligâmica radical. Aos 18 anos, tornei-me a 4ª mulher de um homem de 52 anos. Em 15 anos, tive 8 filhos. Quando o nosso líder começou a pregar o apocalipse, percebi que tinha que os tirar dali».   

Este livro foi-me oferecido pela minha irmã no Natal passado. A partir desse momento, apesar das fileiras de livros estarem bem compostas e de esperarem há muito por vez, não lhe tirei os olhos de cima. Fui folheando, espreitando... até que decidi ler o prefácio. Fiquei logo presa! Não escondo que a minha ânsia inicial em ler este livro se prendeu com a imensa curiosidade que tenho sobre esta Igreja Mórmon. Pelo que entendi, a Igreja Fundamentalista dos Santos dos Últimos Dias é um ramo da primeira, mas muito mais radical. O termo "radical", neste contexto, é metafórico, entenda-se. As ações que lá vi descritas roçam os limites do insane! A poligamia, a abominação da homossexualidade, o racismo, o abuso do poder, a exclusão da sociedade. Enfim...

Fiquei sem saber se estas «Igrejas dos Santos dos Últimos Dias» que se veem por aí nas nossas cidades defendem os mesmos preceitos. Ou será que retirando o termo "Fundamentalista" são diferentes as Igrejas? Não percebi mesmo. Confesso! 

É, para mim, impossível descrever, sumariamente, as emoções que transmite, pelo que apelo à sua leitura e à reflexão. Não garanto que se saia de lá igual. Aliás, é difícil que tal aconteça. Mas não será esse um dos objetivos da leitura? A tomada de consciência da existência de outros mundos, que fazem parte do nosso...



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Música # 1 Marisa Monte

Nos últimos dias, tenho andado com esta música na cabeça. Dou por mim, constantemente, a cantarolá-la! Não sei porquê. Acho que não há mesmo qualquer motivo! Nem sequer me identifico muito com a letra... Será porque gosto tanto de Marisa Monte? Ah! É capaz de ser isso! 




What to make instead of war


      A propósito do post anterior e da obra de João Louro - Beggars Banquet, 2012 - na exposição «O Castelo em 3 Atos» - «You're better suited for eating and making love than for making war», fui pesquisar algumas alternativas que por aí se adiantam. Há uma parafernália! Algumas com imenso sentido de humor. E eu achei piada a isto! Selecionei algumas porque as hipóteses são (quase) infinitas. 

Aqui estão:
                                             

                                                                  
      

Exposições # 1 O Castelo em 3 Atos

Esta foi uma das atividades integradas no programa da CEC 2012.
O que diz nos "catrapaços": «...exposição em que um conjunto de artistas produz uma obra "site-specific" para cada um dos espaços do museu do Paço dos Duques, reforçando a unidade simbólica e arquitetónica entre os espaços à volta do Castelo. Aqui ocorre um  verdadeiro assalto com instalação do assaltante. Ou seja, o artista produz uma obra que se instala num espaço já ocupado. (...) Os artistas são convocados, utilizando toda a capacidade metafórica do Castelo, a produzir uma obra que transforme aquele lugar noutro lugar. A este conjunto de artistas nacionais e a um artista angolano é permitida a ocupação. O artista espanhol faz a sua intervenção fora...»

Fiz, no domingo passado, a visita guiada pelo comissário da exposição: Paulo Cunha e Silva. Eis alguns dos meus registos fotográficos. Realço, no entanto, que a exposição foi muito mais abrangente!


João Onofre - Sem título, 2012

João Leonardo - Untitled (Boy), 2012
João Louro - Beggars Banquet, 2012

Fernanda Fragateiro - Pensar é destruir, 2012

Adriana Molder - Série Cara Assombrada, 2012

Ana Pérez-Quiroga - Não há substituto para a experiência, 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

A música na literatura # 1

E lá continuo eu com Murakami! É que hoje deu-me para isto! E se me sabe bem explorá-lo, porque não? Certo? Então, muito a propósito e no seguimento dos dois posts anteriores, vim procurar La Gazza Ladra de Rossini. Porquê La Gazza Ladra? Porque estou imersa na «Crónica do Pássaro de Corda». Profundamente imersa! Ao fim e ao cabo, esta é também uma tentativa de vir à tona... Ou não será? Então a Crónica do Pássaro de Corda começa assim: «Estava na cozinha a vigiar o esparguete ao lume, quando tocou o telefone. Ao mesmo tempo ia assobiando a abertura da ópera La Gazza Ladra de Rossini, que estava a tocar numa estação de rádio em FM. O fundo musical perfeito para cozinhar massa. Senti-me tentado a ignorar o toque, uma vez que o esparguete estava quase pronto e Claudio Abbado se aprestava para conduzir a Orquestra Filarmónica de Londres ao auge da intensidade dramática.»

  Estes 10' de Gazza Ladra que me marcaram o ritmo de escrita, atingindo velocidades vertiginosas, e que me inebriaram a imaginação, dão o mote ao Livro I, de entre os três que compõem este livro tão estimulante.
   
 

 Eis La Gazza Ladra!

 Enjoy it.


Why put a title on it? # 1

A propósito... com os headphones nos ouvidos, vou cozinhar esparguete!

Pontos de vista # 1

Bem, esta imagem também deu uma ajudinha para a tal re(investida)! Posso considerar-me uma apreciadora... não, isso é pouco... uma amante, dos livros de Murakami. E eu não digo isto muitas vezes, assim à boca cheia! É que sou mesmo viciada! Se não o ler durante algum tempo, lá vou eu à procura e ponho-o à frente de tudo o que se eterniza nas filas de espera. Não lhe resisto, enfim! E o problema é que já li quase tudo. Como é que vai ser depois? E então vi hoje, na internet, esta imagem fantástica que, basicamente, quis partilhar! Para mim tem um significado muito especial. Resume, de forma divertida, um pouco do que Murakami nos transmite. Realmente, nos seus livros (e vou incluir só os que li, como é óbvio) são recorrentes os gatos (acho que nunca li nenhum sem gatos), o diálogo com os gatos e outros (muitos) poderes sobrenaturais, alguns relacionados com os desaparecimentos inexplicados. Adoro as suas mulheres misteriosas e a aura que delas emana. Adoro o modo como os homens gostam delas. Nunca me apercebi do «fetish» por orelhas, engraçado... A música - delicio-me com as suas referências musicais - procuro-as inúmeras vezes na internet, fecho os olhos e sinto-me lá, dentro do livro! Jazz, principalmente transmite-nos jazz! Outros sons recorrentes são os toques do telefone e as vozes com conversas esquisitas que dele saem... Também me fascinam os cozinhados das suas personagens. Não sei porquê, não consigo interpretar, mas quase sempre cozinham esparguete... pode ser acompanhada com outros alimentos... mas esparguete é que se destaca! Bem, nomes pouco comuns são todos… para mim são todos… em japonês não poderia ser de outra forma, calculo.Os flashbacks históricos estou agora a descobri-los - pelo menos os que têm dimensão para se chamarem assim, digo eu... As suas Estações de comboio são locais incríveis, de encontros, desencontros, partilhas, dádivas, de esperança, de separação... basicamente, podem lá conter tudo. Ah e Tóquio. Muito acontece em Tóquio! Sendo tantas vezes fantástico, como é que nos faz acreditar na sua realidade onírica? Acreditar mesmo! A pontos de entrar nos nossos sonhos reais...

(Re)investida ou (Re) inventado

Esta é a minha segunda tentativa de manter «o meu blogue». Na primeira, não tive paciência. Escrevi, escrevi, escrevi... e depois apaguei tudo. Num vipe!Claro que me arrependi logo a seguir. Com o tempo, começou a fazer-me falta o tal espaço de reflexão. O tal diário, resumindo e concluindo. Agora já sei como fazer quando for acometida dos mesmos achaques. Paro. Não escrevo nada. Não visito o espaço. Esqueço que ele existe, enquanto me apetecer. E depois volto cá, cheiinha de ideias fresquinhas, que estejam a transbordar. A transbordar de mim, pois claro!

O intuito

Mais do que a publicação das minhas ideias, interpretações, sentimentos, desabafos, ... serve este blogue para minha auto-reflexão. Para me estimular, no sentido de crescer, de reinventar, de reconstruir. Vou tentar (re)organizar as minhas linhas mestras, também para eu própria me interpretar! Não vou listar os meus interesses, não pretendo que seja (mono)temático, até porque também esses se vão adaptando. Vamos lá ver o que daqui sai!

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