«Une brique dans le ventre» - Teatro, na ASA - 4ª feira - 25 de julho
Mais 4 livrinhos (adquiridos nesta semana)! Além da MUITA música!
«Azevedo Silva» - concerto integrado no Festival Manta - 6ª feira - 27 julho (19h)
«Orquestra Chinesa de Macau», com o convidado especial Carlos do Carmo. CCVF.
Para mim, foi o ponto mais alto da semana!
6ª feira - 27 julho (22h)
«Nite Jewel »- Festival Manta - Jardins do CCVF - 6ª feira - 27 julho (00 h)
As programações espalhadas por aí...
«UTE LEMPER e a Fundação Orquestra Estúdio».
Para mim, o segundo ponto alto da semana.
Sábado - 28 de julho (plataforma das artes)
«As Flores da Guerra» - filme em ante estreia nacional, no S. Mamede - Domingo, à noite - 29 de julho
Pois - tudo levava a crer que ia ser um grande filme. Mas, não!
Foi um belo fiasco. Não o filme - que esse não o vi.
Não tinha legendas: as partes em inglês ainda percebia, mas chinês é um bocadinho difícil!
Vimos 20', levantamo-nos e saímos... Uma lástima este tipo de falhanços! Ainda por cima num evento da CEC!
E, por falar em receptores sensoriais accionados, ontem assistimos a mais um espetáculo completamente extraordinário, com Ute Lemper (acompanhada da Fundação Orquestra Estúdio). Ute Lemper cantou (quase) tudo o que eu queria ouvir: várias de Edith Piaf, Astor Piazolla, Bertold Brecht, Jacques Brel, George Gerswin, ... La vie en rose (E. Piaf), All that jazz, Port of Amsterdam (J. Brel), Ne me quite pas (J. Brel), Life is a cabaret e tantas, tantas outras,...Só faltou Lili Marlene! Grande, grande espetáculo!
«Com uma sensibilidade penetrante, aventurosa e sofisticada, Ute Lemper conta com um versátil repertório de músicas em que constam as participações e inspirações alemãs de Kurt Weill, as canções francesas de Jacques Prévert, os poemas belgas de Jacques Brel, o rock alternativo dos contemporâneos Tom Waits, Elvis Costello e Nick Cave e a coabitação com Gershwin e Michael Nyman.
Comparada a Edith Piaf, Marlene Dietrich e Greta Garbo, esta estrela de cabaret alemã, que deslumbra na pintura, na dança e no cinema, também mostrou a sua voz em musicais como Cats, Chicago e Cabaret. (...) A carreira de Ute Lemper é o resultado de um compromisso entre esta glamorosa femme fatale e a sua paixão pela arte, a política e a história, mas não menos pelo relacionamento complicado e contencioso que estabelece com a sua pátria.»
Um dos meus vídeos:
E um vídeo a sério, quero dizer, com qualidade (do youtube):
E terminou o Festival Manta. O único defeito que teve foi a duração. Mal começou, acabou! Resumiu-se a dois dias (26 e 27 de julho). Foram 4 espetáculos: dois à tarde, na praça de Santiago (só assisti a um, na sexta feira) e dois à noite, nos jardins do CCVF, com os quais me deliciei. Gostei muito!
Quanto aos concertos principais, sobre Russian Red já me pronunciei, num post anterior. Nite Jewel, ontem à noite, foi surpreendente. Modernaço! Só foi pena ter ido direta da Orquestra Chinesa de Macau, para os jardins do CCVF. É uma parafernália de sensações. E são accionados recetores muito diferenciados, num período de tempo demasiado curto. Não usufruí tudo o que podia, como é óbvio. E mesmo assim, valeu muito a pena!
Guimarães está realmente de parabéns! Este ano tem sido fantástico! (Quase) Todos os dias são mágicos. Mas é difícil ultrapassar a grandiosidade do que vimos ontem por cá!
A Orquestra Chinesa de Macau, ontem à noite, no CCVF, proporcionou um espetáculo divinal, charmosíssimo, inebriante, magnífico... insuperável.
Foi um completo deleite para os sentidos. O que eu gostava de partilhar a homenagem que fizeram a Carlos Paredes, tocando «Verdes Anos» - a orquestra e uma solista com um instrumento chinês - o liuqin. E, como se não bastasse todo aquele esplendor, deslumbrou-nos com a sua presença Carlos do Carmo e os seus guitarristas. Senti-me uma privilegiada por estar presente. Que conjugação fantástica!
Deixo uns videos (filmados com o telemóvel) que dão uma pequeníssima ideia:
Acabadinhos de chegar da FNAC e felizes, porque vimos carregadinhos!
Estes são dos presentes que mais gostamos de oferecer a nós próprios!
Entre livros, CD's e DVD's, trouxemos ISTO TUDO!
Os livros (todos com grandes promoções): um de João Tordo e três histórias reais.
Um DVD (10 curtas metragens portuguesas - Indie Lisboa):
Assumo que as trovoadas intensas sempre me assustaram. É claro que gostava de ter a coragem e a ousadia de espreitar da janela o espetáculo dos raios a caírem por perto. Mas não consigo! O máximo que faço é ouvir caladinha, enroscadinha no meu canto, esperando que passe, de olhos fechados!
É que esta madrugada a trovoada foi terrível. Assustadora. Violenta e quase ensurdecedora.
«Almost reaching the sky» é uma das fotografias que tirei na semana passada. E agora, devido ao raio que sobre esta chaminé se abateu, na noite passada, diminuiu a sua sumptuosidade. Ainda bem que eu já tinha a minha imagem!
«"Une brique dans le ventre" questiona o que existe de comum entre a construção civil e a arte, dois mundos aparentemente diferentes e distantes, mas que, na verdade, não o são. Sob um andaime, conta-se uma história onde se cruzam memórias pessoais e profissionais e onde se pretende reproduzir o quotidiano de dois trabalhadores da construção civil».
Foi ontem à noite na Fábrica ASA. Gostei bastante desta peça de teatro, principalmente, das coreografias, dos sons e de um dos actores - um tal de Luciano Amarelo, de que nunca tinha ouvido falar, mas que tem um currículo invejável e que fez um papelão.
Foram entregues logótipos em papelão, para serem decorados, aos estabelecimentos comerciais, instituições, ... e cada um deu largas à criatividade e à imaginação. Resultaram criações muito giras.
Eu vou fotografando e colecionando logótipos.
Estes são os meus «cromos mais difíceis», ou seja, são aqueles que, dos que vi (como é óbvio) considero os melhores, muitas vezes pelo contexto ou pelo significado.
Faz por esta altura um ano que fui aos Carris a pé.
São quase 20 Kms a caminhar sobre pedregulhos, aguçados e movediços, ao longo de quase 8 horas. O físico ressente-se um bocadinho mas o espírito sai revitalizado. As sensações visuais são fantásticas.
Vale (mesmo) a pena.
E como (quase) tudo o que faço fica documentado, ficam algumas das minhas fotos:
«Where is my home» 2012 (Kaarina Kaikkonen) - o único aspeto de que gosto nesta
instalação é o facto de me fazer lembrar Boltansky
Estendais pelas varandas da cidade «Guimarães open free air gallery»
Um dos pontos mais altos da semana: a maestrina Joana Carneiro a dirigir a Fundação
Orquestra Estúdio e a violoncelista Natalie Clein
Coral "Les Amis du Chant» do Luxemburgo, na Igreja de S. Francisco.
Muito sinceramente, não me encheu as medidas... O que eu lutei para vencer o sono!
Gostei deste outdoor - e, por trás, as luzes, o som e cor fazem-me imaginar
outros cenários! Ah, e vou ver a Orquestra Chinesa de Macau ao CCVF
na próxima 6ª feira. Can't wait!
Nas festas da cidade, também há imagens como esta: Fofinha, Fofinha.
Our Summer Recipes
Enjoying what's left of a marriage
Mix tandoori masala - colorful, fragrant and tasty
Um filhote da Nina
Pat Metheny Unity Band - sábado 21 julho. Este foi, sem dúvida, um dos pontos mais altos!
Aconteceu ontem à noite, na praça exterior da nova plataforma das artes, mais um espetáculo maravilhoso, integrado no programa da Capital Europeia da Cultura.
Não sou grande conhecedora, nem sequer muito apreciadora de jazz. No entanto, este concerto foi tudo menos cansativo ou aborrecido. Pelo contrário, chegou a ser extasiante, pela qualidade não só de Pat Metheny (que é indiscutível) mas também dos seus acompanhantes, que são extraordinários: Chris Potter tocou variadíssimos instrumentos de sopro, sempre com uma mestria insuperável; Ben Williams, no baixo, esteve muito bem; Antonio Sanchez, na bateria, foi magnífico. A conjugação destes 4 fantásticos artistas, obviamente, deu origem a música de qualidade superior.
Tremidinho, tremidinho, mas não deixo de colocar aqui um dos meus vídeos. A qualidade de som ainda justifica:
O que mais me interessou da pesquisa: «Pat Metheny é um dos mais aclamados músicos de jazz da atualidade, fruto da sua versatilidade, originalidade e influência junto de jovens músicos. (...) Filho de uma família com tradição musical, Pat Metheny nasceu em Kansas City, a 12 de Agosto de 1954. Com apenas 8 anos, começa a estudar trompete. Aos 12 anos, descobre o seu instrumento de eleição: a guitarra. (...) Pat Metheny colabora musicalmente com uma grande variedade de artistas, cuja latitude vai de Milton Nascimento a David Bowie. (...)»
Esta é das minhas músicas favoritas de sempre! Tal como muitas outras de David Bowie, o meu artista! O que eu não sabia (até há pouco tempo) é que «This is not America» foi feita por Pat Metheny e Bowie. Maravilhosa!
A guitarra fantástica que está na 1ª imagem do vídeo veio com Pat Metheny - tem um som incrível!
E os bilhetes - que agora prefiro guardar neste formato digital - ocupam menos espaço e perduram igualmente.