segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pics in my pocket # 11 My week (rewind) 30/7 - 5/8

Uma espreitadela na apresentação dos jogadores do VSC para a nova época.
Na praça da plataforma 5ªf (2 agosto)
Uma espreitadela no «Cinema em Concerto» na Praça da Oliveira (só pelo
enquadramento - porque já tínhamos assistido no S. Mamede). 
Dressed in black. Selling ballons.
Cuca Roseta, na praça da plataforma -3 de agosto
Carminho e Ricardo Ribeiro, na praça da plataforma - 3 de agosto
Fishing rods with books
Victor Herrero - couros - sábado - 4 de agosto
Isto é uma praça - 4 de agosto
Assalto ao coreto - 4 cantos redondos - sábado - 4 de agosto

 Festas Gualterianas - domingo - 5 de agosto
 Festas Gualterianas - domingo - 5 de agosto
Festas Gualterianas - domingo - 5 de agosto
From top to bottom
Zé Perdigão - domingo - 5 de agosto

domingo, 5 de agosto de 2012

Música # 14 Anja Garbarek

Fui (ou vim) revisitar a Anja.
(Orgulho-me em dizer que já a vi em concerto. Em Guimarães!)
E, neste momento, estou indecisa entre esta: 
ou esta:

sábado, 4 de agosto de 2012

Espetáculos # 19 Carminho, Cuca Roseta e Ricardo Ribeiro

Aconteceu ontem à noite, na praça exterior da plataforma das artes, mais um espetáculo. Desta vez, Carminho, Cuca Roseta e Ricardo Ribeiro interpretaram sobretudo fados antigos, daqueles que todos conhecemos, intercalados com alguns dos seus repertórios. Soube-me bem. Soube-me muito bem ir aos fados, ontem à noite!

Um dos meus vídeos:

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Música # 13 Beach House - Lover of mine

Banda Fabulosa!
E não é que estiveram por cá (no CCVF) em 2010 e só agora é que descobrimos?

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A música na literatura # 7 in Dança, Dança, Dança

«Segui viagem em direção a oeste, depois de ter ligado a rádio, pela primeira vez desde há muito tempo. Apanhei uma estação que só passava música rock. A maior parte das canções não tinha graça nenhuma. Fleetwood Mac, Abba, Melissa Manchester, os Bee Gees, KC & the Sunshine Band, Donna Summer, Eagles, Boston, os Commodores, John Denver, Chicago, Kenny Rogers... Eram tudo músicas que apareciam e desapareciam como bolhas de espuma na água. Que bodega. Típica música de grande consumo, destinada unicamente a extorquir aos adolescentes a sua semanada. (...)
(...) Enquanto guiava, tentei lembrar-me de algumas cantigas sinistras que nos meus verdes anos costumavam passar na rádio. Nancy Sinatra...Que porcaria. Os Monkeys, outros que tais. Até mesmo Elvis tinha uma quantidade de músicas que não se aproveitavam para nada. Sem esquecer um tipo ridículo que dava pelo nome de Trini Lopez! Grande parte do repertório de Pat Boone fazia-me pensar em música para anúncios de sabonetes. Bobby Rydell e Anetto eram péssimos. Ah, é verdade, faltavam os incontornáveis Herman's Hermits, outra desgraça que tal. Uma após outra, as bandas inglesas daquela época acorriam-me à ideia em catadupa. Os seus músicos tinham todos os cabelos compridos, as roupas bizarras e ridículas... Vejamos, de quantas é que me conseguiria lembrar? Honeycombs, Dave Clark Five, Gerry and the Pacemakers, Freddie and the Dreamers... e poderia continuar por aí fora. Jefferson Airplane fazia lembrar um cadáver enrijecido. Só de ouvir Tom Jones, ficava arrepiado. E tínhamos ainda Engelbert Humperdinck, cópia grosseira do tal Tom Jones. E os Tijuana Brothers e outros iguais a eles, com as suas canções que mais pareciam jingles publicitários. Os certinhos Simon & Garfunkel e os psicadélicos Jackson Five. (...)
(...) Nisto começou a tocar o tema «Brown Sugar» dos Rolling Stones. Sem querer, dei por mim a sorrir. Era uma canção porreira, pensei com os meus botões. E decente. Se não me engano, «Brown Sugar» estava na berra em 1971. (...)
(...) A seguir ao Rod Stewart, o locutor anunciou uma canção em nome dos bons velhos tempos. «Born to lose», de Ray Charles. Uma canção triste, por sinal ... «Born to lose» ... cantava Ray Charles, «and now I'm losing you». 
Ao ouvir aquela canção, senti-me verdadeiramente melancólico. Quase a chorar. Volta e meia, acontece-me, por uma coisa de nada. Alguém ou alguma coisa toca no ponto mais sensível do meu coração. Desliguei o rádio, parei o carro no posto de abastecimento, dirigi-me à zona do restaurante e mandei vir uma sanduíche e um café. Fui até à casa de banho e lavei muito bem as mãos sujas de terra. Bebi duas chávenas de café mas só consegui dar duas ou três dentadas no pão...»
in «Dança, Dança, Dança», pgs. 18,19

Filmes # 4 As Flores da Guerra

Que saudades que eu tinha de ver um filme assim!
É poderosíssimo, fortíssimo...
São 146' de emoções fortes. Magnífico e grandioso!

terça-feira, 31 de julho de 2012

A Leitura # 5 Fúria Divina

Terminei hoje de ler «Fúria Divina». Gostei muito do livro. Penso que o autor conseguiu alcançar plenamente os seus objetivos. Faz com que o leitor fique a entender a base do pensamento islâmico, ou melhor, o que está por detrás do radicalismo de alguns muçulmanos. 
   Construiu, então, uma personagem, Ahmed, que vamos acompanhando desde a infância até se tornar um mudjahedin, ou seja, um terrorista que interpreta e segue à risca o Alcorão, numa vertente bélica. Fiquei estupefacta pelo facto de existirem no Alcorão mais de 150 versículos dedicados à jihad, ou seja, à guerra. Compreende-se por que razão existe um machismo exacerbado em relação às mulheres muçulmanas, por que razão os homens as tratam da forma como tratam e qual a base para tais comportamentos. Vai-se entendendo a aversão que têm em relação aos kafirun, ou seja, aos infiéis - todos os povos, incluindo muçulmanos (xiitas) - que querem combater e/ou converter ao islamismo.
   Os capítulos que nos retratam a vida muçulmana (dos sunitas) são intercalados por outros capítulos em que entra em acção, mais uma vez, Tomás Noronha, a velha personagem de José Rodrigues dos Santos. Neste livro, ao contrário do «Sétimo Selo», achei que esta personagem estava mais coerente e melhor construída, apesar de não gostar muito. O facto de existir este intercalar de situações (que depois se cruzam) torna o livro mais apetecível. O autor consegue captar a atenção do leitor e manter sempre altas as expectativas. Ou seja, é daqueles livros de leitura muito fluida, que nos ajudam a criar imagens explícitas e que nos obrigam a virar página atrás de página, com rapidez, porque algo ficou no ar e queremos ver desenvolvido. 
    Só continuo a não gostar dos diálogos americanizados que o autor vai lançando lá pelo meio do livro. Aqueles "Ouvi dizer que é fucking delicious", "Jolly good, mister",...  ou as onomatopeias "Ploc, Ploc", «Crrrrrrrrr", "paf, paf", "toc, toc, toc", ... Tudo questões técnicas que, na minha opinião, não engrandecem o livro. Por outro lado, esperava que o final do livro fosse melhor. É forçada a aparição de Bin Laden, o encontro com Ahmed, a bomba desativada no último segundo, enfim... Até 3/4 do livro, classificá-lo-ia com 4 estrelas e, a partir daí, só 2 ou 3. 

   
    Do autor, é o terceiro livro que leio. O primeiro foi o «Sétimo Selo», o segundo foi o «Anjo Branco». Gostei de todos eles mas foi este, sem dúvida, o que mais me inquietou e prendeu do início até ao final.
    Obviamente que quero continuar a explorar outros livros de JRS. 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pics in my pocket # 10 My Week (rewind) 23 - 29/7

«Russian Red» - Jardins CCVF - 5ª feira - 26 julho
«Une brique dans le ventre» - Teatro, na ASA - 4ª feira - 25 de julho
Mais 4 livrinhos (adquiridos nesta semana)! Além da MUITA música!
«Azevedo Silva» - concerto integrado no Festival Manta - 6ª feira - 27 julho (19h)
«Orquestra Chinesa de Macau», com o convidado especial Carlos do Carmo. CCVF.
Para mim, foi o ponto mais alto da semana!
6ª feira - 27 julho (22h)
«Nite Jewel »- Festival Manta - Jardins do CCVF - 6ª feira - 27 julho (00 h)
As programações espalhadas por aí...
«UTE LEMPER e a Fundação Orquestra Estúdio».
Para mim, o segundo ponto alto da semana.
Sábado - 28 de julho (plataforma das artes)
«As Flores da Guerra» - filme em ante estreia nacional, no S. Mamede - Domingo, à noite - 29 de julho

Pois - tudo levava a crer que ia ser um grande filme. Mas, não!
Foi um belo fiasco. Não o filme - que esse não o vi.
Não tinha legendas: as partes em inglês ainda percebia, mas chinês é um bocadinho difícil!
Vimos 20', levantamo-nos e saímos... Uma lástima este tipo de falhanços! Ainda por cima num evento da CEC!

domingo, 29 de julho de 2012

Espetáculos # 18 UTE LEMPER e Fundação Orquestra Estúdio

E, por falar em receptores sensoriais accionados, ontem assistimos a mais um espetáculo completamente extraordinário, com Ute Lemper (acompanhada da Fundação Orquestra Estúdio). Ute Lemper cantou (quase) tudo o que eu queria ouvir:  várias de Edith Piaf, Astor Piazolla, Bertold Brecht, Jacques Brel, George Gerswin, ... La vie en rose (E. Piaf), All that jazz, Port of Amsterdam (J. Brel), Ne me quite pas (J. Brel), Life is a cabaret e tantas, tantas outras,...Só faltou Lili Marlene! Grande, grande espetáculo!

«Com uma sensibilidade penetrante, aventurosa e sofisticada, Ute Lemper conta com um versátil repertório de músicas em que constam as participações e inspirações alemãs de Kurt Weill, as canções francesas de Jacques Prévert, os poemas belgas de Jacques Brel, o rock alternativo dos contemporâneos Tom Waits, Elvis Costello e Nick Cave e a coabitação com Gershwin e Michael Nyman.
Comparada a Edith Piaf, Marlene Dietrich e Greta Garbo, esta estrela de cabaret alemã, que deslumbra na pintura, na dança e no cinema, também mostrou a sua voz em musicais como Cats, Chicago e Cabaret. (...) A carreira de Ute Lemper é o resultado de um compromisso entre esta glamorosa femme fatale e a sua paixão pela arte, a política e a história, mas não menos pelo relacionamento complicado e contencioso que estabelece com a sua pátria.»

Um dos meus vídeos:
E um vídeo a sério, quero dizer, com qualidade (do youtube):

sábado, 28 de julho de 2012

Espetáculos # 17 Nite Jewel (Festival Manta)

E terminou o Festival Manta. O único defeito que teve foi a duração. Mal começou, acabou! Resumiu-se a dois dias (26 e 27 de julho). Foram 4 espetáculos: dois à tarde, na praça de Santiago (só assisti a um, na sexta feira) e dois à noite, nos jardins do CCVF, com os quais me deliciei. Gostei muito!
Quanto aos concertos principais, sobre Russian Red já me pronunciei, num post anterior. Nite Jewel, ontem à noite, foi surpreendente. Modernaço! Só foi pena ter ido direta da Orquestra Chinesa de Macau, para os jardins do CCVF. É uma parafernália de sensações. E são accionados recetores muito diferenciados, num período de tempo demasiado curto. Não usufruí tudo o que podia, como é óbvio. E mesmo assim, valeu muito a pena! 

Deixo um dos meus vídeos: 

Espetáculos # 16 Orquestra Chinesa de Macau e Carlos do Carmo

Guimarães está realmente de parabéns! Este ano tem sido fantástico! (Quase) Todos os dias são mágicos. Mas é difícil ultrapassar a grandiosidade do que vimos ontem por cá!
A Orquestra Chinesa de Macau, ontem à noite, no CCVF, proporcionou um espetáculo divinal, charmosíssimo, inebriante, magnífico... insuperável. 
Foi um completo deleite para os sentidos. O que eu gostava de partilhar a homenagem que fizeram a Carlos Paredes, tocando «Verdes Anos» - a orquestra e uma solista com um instrumento chinês - o liuqin. E, como se não bastasse todo aquele esplendor, deslumbrou-nos com a sua presença Carlos do Carmo e os seus guitarristas. Senti-me uma privilegiada por estar presente. Que conjugação fantástica!

Deixo uns videos (filmados com o telemóvel) que dão uma pequeníssima ideia:









sexta-feira, 27 de julho de 2012

Mais coisinhas boas


Acabadinhos de chegar da FNAC e felizes, porque vimos carregadinhos!
Estes são dos presentes que mais gostamos de oferecer a nós próprios!
Entre livros, CD's e DVD's, trouxemos ISTO TUDO!

Os livros (todos com grandes promoções): um de João Tordo e três histórias reais.



Um DVD (10 curtas metragens portuguesas - Indie Lisboa):
E música. Muita música!
Pop Dell'Arte - BD Pop Rock Português

Queens of the stone age - «Lullabies to Paralyze»

Humanos ao vivo

Beach House - «Teen Dream»

Blonde Redhead - «Misery Butterfly»

Espetáculos # 15 Russian Red

Foi absolutamente fabuloso este concerto, ontem à noite nos jardins do CCVF. Dos melhores de SEMPRE!

Sem muitas palavras, prefiro deixar algumas das minhas amostrinhas. Coloco 4 pois não consigo optar por uma ou duas! 

Loving Strangers

Fuerteventura

I hate but I love you
Para terminar (o concerto e o post) ...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Pics in my pocket # 9

Almost reaching the sky
Assumo que as trovoadas intensas sempre me assustaram. É claro que gostava de ter a coragem e a ousadia de espreitar da janela o espetáculo dos raios a caírem por perto. Mas não consigo! O máximo que faço é ouvir caladinha, enroscadinha no meu canto, esperando que passe, de olhos fechados!
É que esta madrugada a trovoada foi terrível. Assustadora. Violenta e quase ensurdecedora. 
«Almost reaching the sky» é uma das fotografias que tirei na semana passada. E  agora, devido ao raio que sobre esta chaminé se abateu, na noite passada, diminuiu a sua sumptuosidade. Ainda bem que eu já tinha a  minha imagem! 

Espetáculos # 14 Teatro «Une brique dans le ventre»

«"Une brique dans le ventre" questiona o que existe de comum entre a construção civil e a arte, dois mundos aparentemente diferentes e distantes, mas que, na verdade, não o são. Sob um andaime, conta-se uma história onde se cruzam memórias pessoais e profissionais e onde se pretende reproduzir o quotidiano de dois trabalhadores da construção civil».

Foi ontem à noite na Fábrica ASA. Gostei bastante desta peça de teatro, principalmente, das coreografias, dos sons e de um dos actores - um tal de Luciano Amarelo, de que nunca tinha ouvido falar, mas que tem um currículo invejável e que fez um papelão. 


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Música # 12 Russian Red - Loving strangers

Amanhã vou vê-los. Mal posso esperar!!!!!!!!!

Pics in my pocket # 8 Logótipos da CEC

Esta foi daquelas ideias muito boas.
Foram entregues logótipos em papelão, para serem decorados, aos estabelecimentos comerciais, instituições, ... e cada um deu largas à criatividade e à imaginação. Resultaram criações muito giras.
Eu vou fotografando e colecionando logótipos. 
Estes são os meus «cromos mais difíceis», ou seja, são aqueles que, dos que vi (como é óbvio) considero os melhores, muitas vezes pelo contexto ou pelo significado.














terça-feira, 24 de julho de 2012

Pics in my pocket # 7 Gerês

      Faz por esta altura um ano que fui aos Carris a pé.
    São quase 20 Kms a caminhar sobre pedregulhos, aguçados e  movediços, ao longo de quase 8 horas. O físico ressente-se um bocadinho mas o espírito sai revitalizado. As sensações visuais são fantásticas.
    Vale (mesmo) a pena.
    E como (quase) tudo o que faço fica documentado, ficam algumas das minhas fotos:





LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...