terça-feira, 4 de setembro de 2012

Pics in my pocket # 13 De há uns 5 dias para cá...


Por aquelas bandas, a única ordem que encontrei... foi esta!
A última versão...
O Zé Povinho no varandim.
A Costa da Caparica mais que lotada, no sábado à tarde!
Two pleasures in the same tones.
Um saltinho a Coimbra para almoçar, no domingo (Igreja de S. Cruz).
Agricultural Mountain - finalmente visitada, hoje de manhã!
Agricultural mountain - From the inside
Apresentação da feira Afonsina - que começa já a 14 de Setembro! Can't Wait!

A música na literatura # 10

«Sentámo-nos no chão com os nossos conhaques com soda, ao som da música: Joe Jackson, Chic, Alan Parsons Project».
in Dança, Dança, Dança - p.189

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Música # 16

E hoje é isto. Hoje e sempre!
Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser assim
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu.

Se eles têm três carros, eu posso voar
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz 
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz.

A felicidade, dizem, está nas coisas simples!

A simpatia e calma deste senhor, brincando com o seu papagaio, marcou
positivamente o nosso fim de tarde. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Os livros na literatura # 1

Finished the book, remains the inspiration

Não percebo muito bem porquê, mas sempre me interessei por saber o que os outros andam a ler. Gosto de saber por que razão escolheram este ou aquele livro, qual a sequência que resulta das sucessivas escolhas, ... enfim. Fetiches! Alguns dos livros de Murakami também têm disso - várias referências a livros, para integrar esta ou aquela situação, e informam-nos sobre o que algumas das personagens andam a ler. E eu registo, sempre. As transcrições seguintes são de Dança, Dança, Dança.

«Comecei a ler uma biografia de Jack London que tinha comprado numa livraria perto da estação de Hakodate (...)» pg. 31 

«As nuvens estavam completamente imóveis e formavam um manto denso sobre a cidade, como na ilha suspensa de As Viagens de Gulliver.» pg. 51

«Acabei a biografia de Jack London e comecei um livro sobre a Guerra Civil de Espanha.» pg. 79

«Devia ser azar meu, concluí. Depois de ler o jornal, tirei do saco a edição de bolso de O Som e a Fúria e comecei a ler.» pg. 140

«Fui para a cozinha fazer um café forte e, enquanto o bebia, aproveitei para ler o último policial da série 87th Precint de Ed McBain. Andava há 10 anos a prometer a mim mesmo que ia deixar de ler os mistérios passados na dita esquadra, mas, sempre que saía nova edição, lá voltava eu a comprar o livrinho.» pg. 200

«Podem não acreditar mas estou a ler O Processo, de Kafka.» pg. 214

Música # 15 I know places

Hoje é isto ...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A Leitura # 8 O quinto filho, Doris Lessing

Este foi o primeiro livro que li de Doris Lessing. Já tinha sentido alguma curiosidade na obra desta autora mas, desde que ganhou o prémio Nobel, essa curiosidade foi acicatada. Por casa, tinha já dois livros da autora para ler - A revoltada e Um casamento apropriado - no entanto, pelo menos o segundo, faz parte de uma sequência que não tenho completa, pelo que fui protelando a sua leitura. 
Assim, numa Feira do Livro deste Verão, encontrei "O quinto filho" e resolvi pegar logo nele. É um livro pequeno, com cerca de 170 páginas, sem capítulos, que se lê muito rapidamente. Li-o em dois dias. 
Passa-se em Inglaterra, nos anos 60, e começa por contar uma história de amor (sem grandes desenvolvimentos) entre Harriet e David, um casal que partilha os mesmos objetivos, quase todos relacionados com a construção de uma família e de um lar. 
Lê-se na contracapa: «A princípio, parece o Paraíso. As crianças preenchem-lhes o quotidiano, e os familiares sentam-se à mesa da cozinha no Natal, disfrutando avidamente do calor humano da família Lovatt. Mas é com a 5ª gravidez que as coisas começam a alterar-se. O bebé desenvolve-se dentro de Harriet demasiado cedo e com demasiada violência. Após um nascimento difícil, Ben revela-se uma criança estranha e cruel, cuja violência é instintivamente rejeitada pelos irmãos. Inexoravelmente, a sua presença alienígena vai destruindo o sonho de uma família feliz.»
Gostei de o ter lido, no entanto, fiquei com a sensação de que poderia ter sido escrito por qualquer outro autor menos aclamado. As ideias poderiam ter sido mais desenvolvidas, de maneira a que acreditássemos mais nelas. Por outro lado, e não me consegui abstrair disso, esta edição das Publicações Europa América está carregadinha de frases mal construídas e de erros ortográficos, que tornaram muito menos agradável a leitura e que me distraíram constantemente. 
Este livro não me preencheu, decididamente. Mas, é claro que não se pode/deve julgar uma escritora por um livro. É altura de descobrir mais da obra de Doris Lessing.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Filmes # 5 Intouchables - Amigos improváveis

Gostei muito deste filme. Sobretudo por ser baseado em factos reais. E porque diverte, ao mesmo tempo que põe a nu vários tabus e preconceitos. 

Sinopse:
«Após um acidente de parapente, Philippe, um rico aristocrata (tetraplégico), contrata Driss, um jovem dos subúrbios, praticamente acabado de sair da prisão, para o assistir no dia-a-dia... Resumindo, a pessoa menos adequada para o trabalho. Juntos, vão fazer nascer Vivaldi, recuperar "Earth, Wind and Fire" (...), os fatos clássicos e os fatos de treino.
Dois universos irão cruzar-se e integrar-se para dar nascimento a uma amizade tão louca, divertida e forte quanto inesperada, uma relação única que vai produzir faíscas e torná-los verdadeiros amigos improváveis.»


domingo, 26 de agosto de 2012

A leitura # 7 Dança, Dança, Dança

Não consigo explicar esta minha fixação por Murakami. Ou melhor, não consigo explicar esta ânsia de ler o autor a alguém que nunca o tenha experimentado. Ou que não goste... Enquanto o leio, tenho muitas vezes a sensação de que aquilo foi escrito propositadamente para mim - em quase todos os livros me aconteceu. É estranho, eu sei. Mas eu sinto isso.
Como este livro me foi emprestado, resolvi começar a lê-lo mesmo sem ter antes lido o que o antecede: «Em busca do carneiro selvagem». Não sei como seria se seguisse a ordem correcta (porque não o fiz) mas penso que não perdi assim tanto por ter "saltado" o antecessor.
Gostei tanto deste livro! Não foi o que mais gostei do autor, em termos globais, mas há partes/situações específicas deste livro que o enaltecem muito. As constantes referências musicais, sempre associadas e escolhidas para um contexto, são um exemplo.

«Em Dança, Dança, Dança, Haruki Murakami continua a trajetória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagente, um poeta maneta e prostitutas de luxo.
Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder.»

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

E Vivam os Alfarrabistas!

Ando sempre atrás de Feiras do Livro. E, nas Feiras do Livro, adoro encontrar alfarrabistas. E, nos alfarrabistas, vasculho tudo, fico "horas" à procura de livros que me interessem, por 1 eurito, ou coisa parecida.

Ontem, comprei os seguintes (cada um por 1 euro, nada mais, nada menos). Acho que fiz um excelente negócio!
Depois de "Eugénia Grandet", "Um começo de Vida" e "O último Adeus", este é o 4º livro de Balzac adquirido. 
É o segundo livro da série e não li o primeiro. Mas, mesmo assim, foi uma óptima aquisição!



«Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos. Nem sei - ou quando sei já é tarde demais - se gostam de mim e, quando isso acontece, não chego a saber o que isso possa querer dizer. (...) Uma pessoa é um mistério, duas, com um abismo pelo meio, uma prodigiosa contradição»
                                                                                                                   Pedro Paixão
Doris Lessing foi prémio Nobel em 2007 e, apesar de já ter  2 livros dela - "A revoltada" e "Um casamento apropriado" - ainda não a li.

«Harriet e David Lovatt têm os mesmos anseios - fidelidade, amor, vida familiar e, acima de tudo, um lar. Teimosamente fora das modas dos anos 60, decidem casar (...) Mas é com a 5ª gravidez que as coisas começam a alterar-se. (...) Ben revela-se uma criança estranha e cruel (...) Inexoravelmente, a sua presença alienígena vai destruindo o sonho de uma família feliz.»

Depois de "A truta", "Fim de semana" e "Um homem só", este é o 4º livro adquirido de Roger Vailland.

«À 1ª vista, trata-se de uma narrativa "cor de rosa" sobre uma exilada russa dançarina no Folies-Bergère, pela qual se apaixona Sua Majestade Tayeb I, pequeno monarca da Europa Central, belo como uma vedeta de Hollywood. Só que, sob o aparente manto da leveza, se esconde na realidade o humor negro. O romance torna-se, por isso, o eco fascinante dos conflitos da Europa dos anos 30 - revelando-se grotesco como uma caricatura e dramático como um grito interior.»
Depois de "Os cães da guerra" e "O quarto protocolo", é o 3º livro de F. Forsyth adquirido.

«É uma obra ímpar na literatura contemporânea. Raros autores possuem a potencialidade emocional de Forsyth. Nenhum romance contém enredo e desenlace mais inesperados do que esta obra de espionagem internacional, cimentada em premissas reais.»

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Amor(as)

Que maravilha!
Ir de bicicleta colher amoras, numa tarde de Verão!


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Pics in my pocket # 12 My week (rewind) 6/8 - 12/8

Marcha - La Fúria del Coelho - Tempo de Gamar - 2ª feira - 6 de agosto
Marcha - 6 de agosto
106 anos de Marcha Gualteriana - 6 de agosto

Manifestus Probatum - Bolo de chocolate com gelado de tangerina
2ª feira - 6 de agosto
Balconing at night 
Old Jerusalem - couros - 19h - sábado, 11 de agosto
Projeto «Habitar Guimarães» - pelas ruas da cidade - sábado, 11 de agosto
Sábado, 11 de agosto
Teatro de Marionetas «Farsa de Inês Pereira» - sábado, 11 de agosto


Viana do Castelo - Domingo, 12 de agosto
Em Viana
Em Viana
Visita ao Gil Eannes - Domingo, 12 de agosto





sábado, 11 de agosto de 2012

A leitura # 6 Carlos Ruiz Zafón

 

São os livros que li de Zafón. Estão por ordem decrescente de preferência (5, 4 e 3 estrelas). 
«A sombra do vento» é um livro fantástico, que torna muito apetecíveis os livros do autor. No entanto, é muito difícil de igualar e, obviamente, de superar.
«Bea diz que a arte de ler está a morrer muito lentamente, que é um ritual íntimo, que um livro é um espelho e que só podemos encontrar nele o que já temos dentro, que ao ler aplicamos a mente e a alma, e que estes são bens cada dia mais escassos.» (in "A sombra do vento", pg. 504)
N"O Jogo do Anjo", tal como n'"A sombra do vento", toda a trama se desenvolve em torno dos livros. Sente-se o mesmo amor pelos livros. «Lembrei-me então do que Sempere me dissera da primeira vez que entrara na sua livraria: que todos os livros tinham alma, a alma de quem os escrevera e a alma de todos aqueles que o tinham lido e sonhado com eles» (in "O Jogo do Anjo", pg. 526). É a escrita de um livro que despoleta todos os mistérios... Até cerca de metade das suas 568 páginas, achei o livro delicioso... mas, a partir de certa altura deixou-me um sentimento de vazio, talvez justificável com as expectativas tão elevadas que criei depois de ler »A sombra do vento».
«Marina» também tem como pano de fundo Barcelona. Conta uma história misteriosa e quase surreal, muito bem construída, mas que não me seduziu da forma como os livros anteriores o conseguiram.
Falta-me agora ler «O Príncipe da Neblina» (o seu 1º romance, mas que apenas foi editado em Portugal em 2011) e «O prisioneiro do céu» (2012).

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