sábado, 15 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A minha banda sonora

A oferta de um álbum dos Suede no meu recente aniversário, fez-me pensar que desde sempre me ofereceram música. E, tratando-se de pessoas que me conheçam muito bem, acertam sempre - quando conseguem perceber qual é a escolha certa naquela fase.
Eu sou daquelas pessoas que conseguiriam selecionar as músicas que me marcaram a vi(d)a. Ou seja, tenho uma banda sonora, muito alargada é certo, mas vou sendo capaz de reconhecer as músicas que eu fui selecionando ou que me foram selecionando elas próprias. Pelos acasos, porque poderiam ter sido, perfeitamente, outras.  
Há as que já passaram - que marcaram uma fase, que foram (muito) representativas, mas que hoje apenas têm valor porque existiram naquela altura.
Há as intemporais - que sempre me caraterizaram e que eu sei que continuarão comigo no futuro. Uma parafernália delas!
Há as do presente - que me acompanham agora e que me enchem, de alguma forma, a alma. É claro que estas tanto se podem tornar passageiras, como intemporais.

...E, claro, há as do futuro, as que estão por vir. Porque ainda há muito espaço (mental) para o que por aí vem. 

A minha banda sonora atual (também) inclui esta (que, não sendo passageira, se está a tornar intemporal):

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Até onde chegaram os meus devaneios?

É engraçado analisar estas coisas! E, olhando para o «público», nas estatísticas do blogue, consigo chegar a algumas conclusões!
Primeira: Tudo levava a crer que seriam os portugueses os clientes mais assíduos (pelo menos aquelas -pouquíssimas - pessoas a quem disse que tinha um blogue). E são: os portugueses continuam a ser os mais frequentadores, com 45% de todas as visualizações. Mas esta percentagem, a meu ver, é baixa, comparativamente com outros países. Afinal, é escrito em português!
Segunda: Há imensas (30%) visualizações da Rússia. E, por mais que tente, não entendo! Eu sei que é um país enorme, o que aumenta a probabilidade mas, não me parece que seja uma questão aleatória, decididamente! Serão os tais portugueses espalhados pelo mundo? Quase todos os dias tenho leitores da Rússia!
Terceira: A Alemanha segue-se neste ranking - 14%. E também não me parecem aleatórios os resultados. Estarei  errada?
Quarta: Significativas são também as visualizações do Brasil (o que não é de estranhar!) e dos Estados Unidos (o que é mais estranho).
Quinta: De cada vez que surge um novo país nas estatísticas fico contente. A sério. Não sei muito bem porquê! Talvez porque me faça viajar até lá, através das minhas palavras ou das minhas imagens! Assim, já cheguei até à Índia, Holanda, Reino Unido, Suíça, Índia, Macau, Grécia, Itália, Moçambique, Ucrânia, Croácia,...
Sexta e última conclusão (para já): Talvez as pessoas que mais se interessam por nós não sejam bem aquelas que julgávamos que seriam! 
Se lerem este texto e se conseguirem esclarecer-me algumas das minhas dúvidas, ficarei agradecida.

sábado, 8 de setembro de 2012

E o meu melhor presente de aniversário! (sob a forma de palavras)


«EU CONHEÇO A BRANCA DE NEVE

Desde sempre me lembro dela, provavelmente mesmo muito antes de ter consciência de mim própria já distinguia o seu tom de voz.
Recordo-me da sua capacidade para se isolar, ficando horas no meio dos seus puzzles, dizendo muitas vezes que quantas mais peças tivessem mais espetaculares eram. Sobre a alcatifa cinzenta do nosso quarto jogava horas com as imensas e minúsculas pecinhas, num quebra-cabeças desenfreado.
Adorava ler, perdia-se horas nas inúmeras histórias que as páginas lhe iam oferecendo, herança incontestável do meu pai, que sempre lhe incentivou o gosto, oferecendo-lhe as coleções que ela ia pedindo das histórias juvenis.
Quando se embrenhava no seu mundo eu sabia que não a podia interromper, como menina mais velha, sabia impor as suas regras.
Recordo-me das tardes de Verão, daquelas bem quentes, em que é impossível estar em casa, muito menos quando se é criança, em que íamos às amoras nos campos, perto da casa da minha avó, depois cobríamos os frutos com açúcar, no final do manjar ficávamos com a cara, mãos e roupas todas pretas e com a barriga satisfeita, conseguia sempre mais amoras do que eu, algo que não me agradava muito.
Sempre muito organizada, mantinha os seus brinquedos “estimadinhos”, e isso enervava-me, pois as minhas mãozinhas traquinas nunca lhes podiam tocar, e o que eu gostava de uma tábua de passar a ferro que ela tinha, com um ferro que aquecia e tudo, e das suas folhinhas de cheiros, e da sua “Barbie e do Ken”, bem mas então isso era sagrado, às vezes “roubava-os” para brincar um bocadinho, talvez por serem o fruto proibido era bem mais apetecido.
A verdade é que idolatrava aquela menina mais velha, tentava imitar tudo o que fazia, mas como eram coisas que eu dificilmente compreendia por serem muito calmas para mim rapidamente desistia. 
Com os seus cabelos longos e vestidinhos bem coquetes, transbordava cultura, e quando falava eu bebia as suas palavras, com sede de aprender tudo o que dizia.
Quando me trazia doces de um quiosque perto da sua escola eu devorava-os em segundos, nunca compreendi como é que os seus cresciam na sua caixinha, acho que já se revelava aí a sua capacidade de economizar, anda me lembro, como se tivesse sido ontem, o cheiro que emanava daquela caixa quando lhe retirava a tampa, cheia de gomas, pozinhos, rebuçados, pastilhas elásticas e todo um mundo de sabores, o que eu gostava daquilo, uma vez ou outra lá lhe roubava algumas e mesmo assim elas parecem que cresciam…
Adorava ver os filmes que ela gostava, às vezes nem entendia nada por não se adequarem à minha idade, mas via-os só por ela os ver. Ainda me lembro de adorar ver o Twin Peaks, eu teria os meus 8 anos, e não era de todo uma série para a minha idade, ficava colada à televisão com os olhos quase a fecharem-se de sono, e a tremer de medo, mas armada em adulta lá via, nem que a isso se seguisse uma noite de terríveis pesadelos.
Na adolescência tornou-se um ícone da moda, com o seu estilo fabuloso, repleto de roupas que eu adorava. As suas roupas para mim eram um fascínio, de quando em vez lá lhe roubava algumas para poder ir para a escola a transbordar estilo, algo que a enervava tanto, tanto que a sua fúria era bem maior do que o buraco do ozono, contudo para mim valia bem o risco.
De pele branca, cabelo escuro, baixinha e cinturinha delgadinha, qual Branca de Neve, assim é a minha irmã, alguém que me acompanhou desde sempre e marcou toda a minha essência e o meu carácter, não seria a mesma pessoa se ela não me tivesse acompanhado neste percurso de uma vida.
Carácter forte, muito senhora do seu nariz, personalidade forte e lutadora, inteligente como só ela, inacreditavelmente teimosa assim é a mulher que tem um sangue exatamente igual ao meu a correr-lhe nas veias, minto o dela deve ter menos colesterol.
Aqui fica o meu texto de PARABÉNS, sim porque ela fez anos ontem, especialmente porque é uma grande mulher que eu admiro muito, e por isso mesmo encho a boca para lhe dizer PARABÉNS - quando for grande quero ser como ela.»
 (M)Anocas

Pic's in my pocket # 14 Birthday's Photo






















quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Música # 16 Heroes

Só há pouco tempo comecei a apreciar, verdadeiramente, a voz de Freddie Mercury!

Hoje celebra-se o dia do seu nascimento, 5 de Setembro (outro virginiano...).

Ninguém melhor que David Bowie para o homenagear!

Heroes...

As características do meu signo (ou uma forma, como outra qualquer, de fazer introspecção, em véspera de aniversário)


VIRGEM

          Posiçao no Zodíaco: 150 a 180 graus. (Hmmm, que é isto???)
          Planeta Regente: Mercúrio. (será por ser o mais pequenito, o mais quentinho ou um dos mais desconhecidos?)
          Anjo Planetário: Raphael. (fiquei agora a saber que é o padroeiro dos jovens, do amor, dos apaixonados, ... e também dos insanos!?)
          Elemento: terra. (Sim, sem dúvida alguma)
          Temperamento: melancólico. (Nem sempre, mas muitas vezes)
          Personalidade: prático, organizado, afetuoso e crítico. (Bate certo!)
          Simbolismo: colheita. (Este é que eu não entendo!)
          Estaçao: início do outono. (Right)
          Dia de Sorte: quarta-feira. (Nunca me apercebi disso!)
          Locais Favoráveis: colinas e campos. (Hmmm. Colinas e campos? Não me parece!)
          Clima Favorável: fresco, arejado e temperado. (Sim. Correcto.)
          Cor: azul. (Uma das...)
          Metal: níquel. (Isto de associar metais às características dos signos é que nunca entendi.)
          Pedra: ágata e crisólita. (Estes e dezenas de outros minerais. E não pedras!!!)
          Animal: cao e andorinha. (Cão, sem sombra de dúvida!)
          Número de Sorte: 5. (Ui. Não é!)

CARACTERÍSTICAS DO SIGNO:  (sublinho as verdadeiras e, é claro, apaguei muitas falsas)
            Excelentes trabalhadores, primam pela responsabilidade, deixando de lado a busca do sucesso e da fama e encontrando recompensa na modesta satisfação do dever cumprido. (Ora, eu não diria melhor esta parte!). Podem-se tornar demasiadamente críticos diante da vida, lançando-se numa verdadeira cruzada em busca de uma perfeição que jamais encontrarão, nem em si nem nos outros. (Ninguém imagina os transtornos que isto causa!)
              Precisam encontrar sempre um motivo ou uma justificativa para tudo, inclusivé no campo amoroso e nos relacionamentos sexuais, o que pode torná-los um tanto enigmáticos e difíceis de serem compreendidos. As virtudes em evidência são a confiabilidade, a dedicaçao ao trabalho, a eficiência profissional, a especialização e a prudência. Os defeitos estão no nervosismo (é pôr nervosismo nisso) ,na racionalizaçao constante, na crítica exagerada e na contestação. (Nunca entendi como é que estas coisas batem tão certo...)
          A sua vida é um modelo de anseio na aparência, no trabalho, nos hábitos, nas ideias. O nativo de Virgem é estatística por excelência (Esta soa mal e não é verdade!!). Adora trabalhar para um empregador que lhe dê detalhes para explorar, analisar e experimentar. Na realidade, no ponto de vista do empregador, estes talvez, sejam os empregados mais perfeitos para trabalhos de escritórios.(Será? Nunca pensei nisso, mas quem sabe?) O virginiano tem imaginação para entender um plano geral e o know-how para executar esse plano a nível prático. Manipula problemas com grande visão, indo diretamente ao cerne da confusão, transformando o caos em ordem. Aprende rapidamente e não se importa em fazer trabalhos penosos e que exijam atençao.
     O virginiano é perfeccionista e pode gostar de criticar os outros. Quando tenta dividir seus conhecimentos, dá a impressão de que quer corrigir erros
        Os virginianos raramente ficam quietos e movem-se com rapidez
        Virgem é o signo da virgindade e, portanto não favorece de todo o casamento (Esta, definitivamente, arrancou-me uma boa gargalhada). O nativo de Virgem, geralmente, é bem suficiente por si mesmo, em maior ou menor grau, podendo adaptar-se com facilidade a uma vida de solteiro. 
       As características principais desse signo passam pela fertilidade e a espera da realização na concepção
      Este será um bom ano para os virginianos deixarem de lado a sua mania de analisarem as pessoas e  de serem tremendamente críticos em relação a si mesmos. Somente pessoas abertas e em paz consigo mesmas estarão bem para enfrentar tempos difíceis. 
       Procure fazer amigos, embora essa seja uma atividade um tanto difícil para você, mas se deixar de lado esse espírito crítico em relação às pessoas, com certeza verá muita gente ansiosa para se aproximar de si, principalmente no final do ano.

          Como em tudo na vida e, principalmente neste ano, e para os nativos de Virgem, o equilíbrio em todos os sentidos será um poderoso instrumento de superação de dificuldades. A preocupação com o corpo tanto quanto com a mente serão básicos para enfrentar o ano e saírem vencedores após doze meses de batalhas constantes, mas compensadoras, sem sombra de dúvida.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Pics in my pocket # 13 De há uns 5 dias para cá...


Por aquelas bandas, a única ordem que encontrei... foi esta!
A última versão...
O Zé Povinho no varandim.
A Costa da Caparica mais que lotada, no sábado à tarde!
Two pleasures in the same tones.
Um saltinho a Coimbra para almoçar, no domingo (Igreja de S. Cruz).
Agricultural Mountain - finalmente visitada, hoje de manhã!
Agricultural mountain - From the inside
Apresentação da feira Afonsina - que começa já a 14 de Setembro! Can't Wait!

A música na literatura # 10

«Sentámo-nos no chão com os nossos conhaques com soda, ao som da música: Joe Jackson, Chic, Alan Parsons Project».
in Dança, Dança, Dança - p.189

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Música # 16

E hoje é isto. Hoje e sempre!
Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser assim
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu.

Se eles têm três carros, eu posso voar
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz.

Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz 
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz.

A felicidade, dizem, está nas coisas simples!

A simpatia e calma deste senhor, brincando com o seu papagaio, marcou
positivamente o nosso fim de tarde. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Os livros na literatura # 1

Finished the book, remains the inspiration

Não percebo muito bem porquê, mas sempre me interessei por saber o que os outros andam a ler. Gosto de saber por que razão escolheram este ou aquele livro, qual a sequência que resulta das sucessivas escolhas, ... enfim. Fetiches! Alguns dos livros de Murakami também têm disso - várias referências a livros, para integrar esta ou aquela situação, e informam-nos sobre o que algumas das personagens andam a ler. E eu registo, sempre. As transcrições seguintes são de Dança, Dança, Dança.

«Comecei a ler uma biografia de Jack London que tinha comprado numa livraria perto da estação de Hakodate (...)» pg. 31 

«As nuvens estavam completamente imóveis e formavam um manto denso sobre a cidade, como na ilha suspensa de As Viagens de Gulliver.» pg. 51

«Acabei a biografia de Jack London e comecei um livro sobre a Guerra Civil de Espanha.» pg. 79

«Devia ser azar meu, concluí. Depois de ler o jornal, tirei do saco a edição de bolso de O Som e a Fúria e comecei a ler.» pg. 140

«Fui para a cozinha fazer um café forte e, enquanto o bebia, aproveitei para ler o último policial da série 87th Precint de Ed McBain. Andava há 10 anos a prometer a mim mesmo que ia deixar de ler os mistérios passados na dita esquadra, mas, sempre que saía nova edição, lá voltava eu a comprar o livrinho.» pg. 200

«Podem não acreditar mas estou a ler O Processo, de Kafka.» pg. 214

Música # 15 I know places

Hoje é isto ...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A Leitura # 8 O quinto filho, Doris Lessing

Este foi o primeiro livro que li de Doris Lessing. Já tinha sentido alguma curiosidade na obra desta autora mas, desde que ganhou o prémio Nobel, essa curiosidade foi acicatada. Por casa, tinha já dois livros da autora para ler - A revoltada e Um casamento apropriado - no entanto, pelo menos o segundo, faz parte de uma sequência que não tenho completa, pelo que fui protelando a sua leitura. 
Assim, numa Feira do Livro deste Verão, encontrei "O quinto filho" e resolvi pegar logo nele. É um livro pequeno, com cerca de 170 páginas, sem capítulos, que se lê muito rapidamente. Li-o em dois dias. 
Passa-se em Inglaterra, nos anos 60, e começa por contar uma história de amor (sem grandes desenvolvimentos) entre Harriet e David, um casal que partilha os mesmos objetivos, quase todos relacionados com a construção de uma família e de um lar. 
Lê-se na contracapa: «A princípio, parece o Paraíso. As crianças preenchem-lhes o quotidiano, e os familiares sentam-se à mesa da cozinha no Natal, disfrutando avidamente do calor humano da família Lovatt. Mas é com a 5ª gravidez que as coisas começam a alterar-se. O bebé desenvolve-se dentro de Harriet demasiado cedo e com demasiada violência. Após um nascimento difícil, Ben revela-se uma criança estranha e cruel, cuja violência é instintivamente rejeitada pelos irmãos. Inexoravelmente, a sua presença alienígena vai destruindo o sonho de uma família feliz.»
Gostei de o ter lido, no entanto, fiquei com a sensação de que poderia ter sido escrito por qualquer outro autor menos aclamado. As ideias poderiam ter sido mais desenvolvidas, de maneira a que acreditássemos mais nelas. Por outro lado, e não me consegui abstrair disso, esta edição das Publicações Europa América está carregadinha de frases mal construídas e de erros ortográficos, que tornaram muito menos agradável a leitura e que me distraíram constantemente. 
Este livro não me preencheu, decididamente. Mas, é claro que não se pode/deve julgar uma escritora por um livro. É altura de descobrir mais da obra de Doris Lessing.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Filmes # 5 Intouchables - Amigos improváveis

Gostei muito deste filme. Sobretudo por ser baseado em factos reais. E porque diverte, ao mesmo tempo que põe a nu vários tabus e preconceitos. 

Sinopse:
«Após um acidente de parapente, Philippe, um rico aristocrata (tetraplégico), contrata Driss, um jovem dos subúrbios, praticamente acabado de sair da prisão, para o assistir no dia-a-dia... Resumindo, a pessoa menos adequada para o trabalho. Juntos, vão fazer nascer Vivaldi, recuperar "Earth, Wind and Fire" (...), os fatos clássicos e os fatos de treino.
Dois universos irão cruzar-se e integrar-se para dar nascimento a uma amizade tão louca, divertida e forte quanto inesperada, uma relação única que vai produzir faíscas e torná-los verdadeiros amigos improváveis.»


domingo, 26 de agosto de 2012

A leitura # 7 Dança, Dança, Dança

Não consigo explicar esta minha fixação por Murakami. Ou melhor, não consigo explicar esta ânsia de ler o autor a alguém que nunca o tenha experimentado. Ou que não goste... Enquanto o leio, tenho muitas vezes a sensação de que aquilo foi escrito propositadamente para mim - em quase todos os livros me aconteceu. É estranho, eu sei. Mas eu sinto isso.
Como este livro me foi emprestado, resolvi começar a lê-lo mesmo sem ter antes lido o que o antecede: «Em busca do carneiro selvagem». Não sei como seria se seguisse a ordem correcta (porque não o fiz) mas penso que não perdi assim tanto por ter "saltado" o antecessor.
Gostei tanto deste livro! Não foi o que mais gostei do autor, em termos globais, mas há partes/situações específicas deste livro que o enaltecem muito. As constantes referências musicais, sempre associadas e escolhidas para um contexto, são um exemplo.

«Em Dança, Dança, Dança, Haruki Murakami continua a trajetória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagente, um poeta maneta e prostitutas de luxo.
Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder.»

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

E Vivam os Alfarrabistas!

Ando sempre atrás de Feiras do Livro. E, nas Feiras do Livro, adoro encontrar alfarrabistas. E, nos alfarrabistas, vasculho tudo, fico "horas" à procura de livros que me interessem, por 1 eurito, ou coisa parecida.

Ontem, comprei os seguintes (cada um por 1 euro, nada mais, nada menos). Acho que fiz um excelente negócio!
Depois de "Eugénia Grandet", "Um começo de Vida" e "O último Adeus", este é o 4º livro de Balzac adquirido. 
É o segundo livro da série e não li o primeiro. Mas, mesmo assim, foi uma óptima aquisição!



«Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos. Nem sei - ou quando sei já é tarde demais - se gostam de mim e, quando isso acontece, não chego a saber o que isso possa querer dizer. (...) Uma pessoa é um mistério, duas, com um abismo pelo meio, uma prodigiosa contradição»
                                                                                                                   Pedro Paixão
Doris Lessing foi prémio Nobel em 2007 e, apesar de já ter  2 livros dela - "A revoltada" e "Um casamento apropriado" - ainda não a li.

«Harriet e David Lovatt têm os mesmos anseios - fidelidade, amor, vida familiar e, acima de tudo, um lar. Teimosamente fora das modas dos anos 60, decidem casar (...) Mas é com a 5ª gravidez que as coisas começam a alterar-se. (...) Ben revela-se uma criança estranha e cruel (...) Inexoravelmente, a sua presença alienígena vai destruindo o sonho de uma família feliz.»

Depois de "A truta", "Fim de semana" e "Um homem só", este é o 4º livro adquirido de Roger Vailland.

«À 1ª vista, trata-se de uma narrativa "cor de rosa" sobre uma exilada russa dançarina no Folies-Bergère, pela qual se apaixona Sua Majestade Tayeb I, pequeno monarca da Europa Central, belo como uma vedeta de Hollywood. Só que, sob o aparente manto da leveza, se esconde na realidade o humor negro. O romance torna-se, por isso, o eco fascinante dos conflitos da Europa dos anos 30 - revelando-se grotesco como uma caricatura e dramático como um grito interior.»
Depois de "Os cães da guerra" e "O quarto protocolo", é o 3º livro de F. Forsyth adquirido.

«É uma obra ímpar na literatura contemporânea. Raros autores possuem a potencialidade emocional de Forsyth. Nenhum romance contém enredo e desenlace mais inesperados do que esta obra de espionagem internacional, cimentada em premissas reais.»

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Amor(as)

Que maravilha!
Ir de bicicleta colher amoras, numa tarde de Verão!


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