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terça-feira, 6 de novembro de 2012

A leitura # 10 Gabriela, Cravo e Canela - Jorge Amado

Acabei de ler, há dois dias, «Gabriela, Cravo e Canela». Já o tinha iniciado há muitos anos mas, na altura, não me despertou grande entusiasmo. Não sei bem porquê! Até porque eu gosto muito de Jorge Amado. Mas achei que este livro era bastante diferente dos outros que dele tinha lido e, talvez procurasse o estilo mais caraterístico do autor. Não sei, o que é facto é que li cerca de 100 páginas e pousei-o. Não o voltei a abrir. Até há bem pouco tempo... Resolvi pegar novamente no livro quando começou a ser transmitida, na televisão, a telenovela, em setembro. Não sou uma grande apreciadora de novelas, no entanto, esta é diferente. É das boas! Talvez porque se baseie neste livro...
A história passa-se em Ilhéus. Começa em 1925. Ao longo da narração, destaca-se a evolução desta pequena cidade, devido à produção de cacau. A evolução, como quem diz! As mentalidades tardam em evoluir, tardam em adaptar-se aos novos tempos - tudo é tratado "à lei da bala", como se repete tantas vezes, segundo a lei dos homens, literalmente falando. No entanto, existem algumas personagens que se tentam soltar desta teia (tão bem urdida) e que acabam por fazer destacar, de forma engenhosa, esta caricatura à sociedade... E tão atuais que são a história e as histórias contadas, as situações, os anseios, as vivências... E não é que já passou (quase) um século?
Enfim, gostei muito do livro! Prendeu-me da primeira à última página, desta vez li-o de forma rápida e fluida. Diverti-me bastante, como sempre acontece com as obras de Jorge Amado! E, uma vez que terminei a leitura do livro antes de ver toda a novela, está na altura de descobrir as diferenças e continuar a usufruir da história. 



sábado, 7 de julho de 2012

Os livros aos quais dei 4 estrelas no Goodreads

      Estes, classifiquei-os como «Muito Bons» («really liked it»), ou seja, atribuí-lhes as tais 4 estrelas. Mas esta classificação é muito redutora. Até porque hesitei, em alguns deles, em colocá-los nas 5 ou nas 3 estrelas. Seria muito mais fácil cotá-los de 1 a 20. Apesar das várias contrariedades, da seleção resultaram os seguintes: 

Tal como no post anterior, enumero mais alguns livros com 4 estrelas, que não se encontram cá por casa:
- Os Homens que odeiam as mulheres - Stieg Larsson
- O Jogo do Anjo - Carlos Ruíz Záfon
- O Talentoso Sr. Ripley - Patricia Highsmith
- Crónica do Rei Pasmado - Gonzalo Torrente Balester
- Madame Bovary - Gustave Flaubert
- Cisnes Selvagens - Jung Chang
- O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder
- Arco do Trinfo - Erich Maria Remarque
- Os filhos da droga - Christian F
- Os Maias - Eça de Queirós
- A ciociara - Alberto Moravia
- A insustentável leveza do ser - Milan Kundera
                                                                      and so on, and so on....
      E por aqui me fico nesta coisa das classificações, até porque nos Bons («liked it»), Assim-Assim («It was ok») e Não gostei/Não terminei («didn't like it») ainda há muitos, muitos. E a minha vida não é (só) isto!

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