sexta-feira, 25 de março de 2016

A leitura # Conversa... com Isabel Allende # 4

Hoje foi a vez da chilena Isabel Allende - uma escritora com quem simpatizo, mas da qual não conheço muito. Na adolescência, li «Eva Luna» e «Contos de Eva Luna» e, muito mais tarde, «Paula». Este último foi um livro marcante, completamente emotivo. Conta a história de sua filha que adoeceu e entrou em coma. Durante esse tempo, a mãe Isabel escreve-lhe cartas que descrevem o que foi a sua vida e as suas memórias, prevendo que, quando acordasse do coma, como lhe haviam dito os médicos, a filha teria lapsos de memória. A partir do momento em que sabe que a filha não acordará, altera o tom do livro, deixando de o escrever para ela. É um livro fortíssimo.
Apesar de ter muita vontade de ler mais da autora, tenho protelado. Cá por casa, esperam-me «A casa dos espíritos», «Retrato a sépia», «A filha da fortuna» e «O plano infinito». Os três primeiros constituem uma espécie de trilogia (fiquei a saber na conversa), que começa com «A filha da fortuna», prossegue com «Retrato a sépia» e termina com «A casa dos espíritos». Mas apetece-me alterar a ordem e começar pelo último (conta a história da sua família e do seu país, iniciando com uma carta também, como «Paula», desta vez ao seu avô) - que foi o primeiro livro da carreira da autora.

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