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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Guidance - 13/02 - Bear me, ...

Bear me 
It’s so lonely out here. So-lo-ne-ly. So alone for so long. It´s so lovely to be here. It’s a so-lo.

This thing between me and you… and you… and you… It’s complicated…

Can you bear the distance between us?

Can you bear if I leave you?

Can you bear this silence?

Can you bear it again?

Can you bear me?

1 + 1 = 1

The ultimate formula of love.

Um triste ensaio sobre a beleza
«Cristina Planas Leitão e Mara Andrade trazem uma dose dupla de dança ao público do GUIdance, com "Bear Me" e "Um Triste Ensaio sobre a Beleza", respectivamente. Enquanto a primeira criação explora o conceito de relação entre o "eu" e o "tu" (ou entre artista e público), a segunda debruça-se sobre a associação do trágico ao belo.»

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Guidance - 432 Hz - 12/02

«432 HZ
FILIPA PERALTINHA
[ESTREIA ABSOLUTA]

“432 Hz” é um laboratório para a identificação e exploração de movimento que tenha como motor e textura, as reações do corpo à influência das vibrações sonoras e musicalidade. A expressão técnica e artística foca o desenvolvimento de pontos comuns entre materiais da dança contemporânea e alguns dos impulsos físicos presentes nas danças urbanas. Como utensílio de criação e lugar de inspiração, espreita-se o individual dos intérpretes, a fim de encontrar os ingredientes necessários à consolidação de ferramentas de trabalho e de construção de personagens e suas ligações. O tema é a Empatia. Procurar arrancá-la dos códigos, um caminho quase inexequível. Fingir um reinício para voltar a dar-lhe vontade. Olhar possibilidades. E saber nos outros, o reflexo de nós mesmos e de tudo.(...)»

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Guidance - 7/02

Planites

«(...) também essa precipitação sobre o vazio acontece em Planites, da coreógrafa grega Patricia Apergi, sábado no CCVF. (...) Apergi debruça-se sobre o movimento da viagem, de pessoas que se entregam à estrada deixando o passado para trás e de olhos postos num futuro menos opressivo. “Planites”, explica-nos, “vem da palavra grega ‘planetas’ e, tal como planetas que circulam à volta do sol, significa também vagabundo ou viajante.” A partir daí, a coreógrafa fez uma investigação do flamenco, das danças celtas irlandesas e de danças árabes e africanas, todas nascidas de jornadas migratórias.
Talvez mais importante, no entanto, tenha sido a série de entrevistas que realizou a pessoas chegadas à Grécia, fugindo de cenários de guerra e por vezes muito mal recebidas, mas também a cidadãos gregos que, com o país asfixiado pela crise financeira, optaram por partir. “Quis perceber o que se passa com estas pessoas, aquilo que encaram, quais as circunstâncias em que vivem estas pessoas que procuram um futuro melhor para as suas famílias, quis saber o que acontece durante esta viagem”, justifica. Por isso, simbolicamente, Patricia Apergi escolheu cinco intérpretes masculinos que começam Planites solitários, olhando um lugar vazio, encenando uma despedida. E partem de cinco pontos diferentes, valendo-se de igual forma de técnicas distintas de street dance, artes marciais, ballet clássico ou dança contemporânea. “São homens devido à ideia arquetípica de que o homem é aquele que viaja e a mulher simboliza a casa, estabilidade”, afirma. A presença feminina, intuída na ausência, é precisamente a das mulheres, mães, filhas, irmãs, namoradas ficadas em/na terra.»

O Esplêndido

«Máquina Agradável. A partir de Jean Genet. Andresa Soares, direção; Pedro Núñez, Rita Lucas Coelho, Pedro Inês, Andresa Soares, Vânia Rovisco e Lígia Soares, interpretação.
Podem a dança e o movimento ser veículos de interpretação de um texto imperfeito e inacabado de um dos maiores autores do século XX? A coreógrafa e bailarina Andressa Soares considerou que sim, e desafiou seis “coreógrafos experimentados e no auge da sua maturidade criativa” a trabalharem cada personagem, ...
A peça Splendid´s, texto de Jean Genet sobre um grupo de gangsters enclausurados num hotel, é lida a partir da “intensidade da contracena”, a que a dança empresta uma natural subjetividade para contar a história. Um desafio para os bailarinos/performers, a quem foi pedido que trabalhassem isoladamente cada personagem e, posteriormente, contracenassem no palco. Uma tamanha intensidade aplicada nos movimentos que deixa ao público “a sensação de que essas personagens se espelham e se fundem ao correr do tempo”.»
[texto de Frederico Bernardino | fotografias de Humberto Mouco]

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Começou o Guidance


Nostos - uma eventual penumbra da ambiguidade de André Mesquita

«Nostos quer-se como um retorno à ideia do corpo/casa, ao corpo/estrutura, enquanto sustentáculo ideológico e performativo de uma dança do interior, num movimento em relação direta com a música. 
“Muito raramente a premissa no nosso trabalho é musical, mas quase sempre física, e só depois é que se parte para uma “colagem” aos sons. Em Nostos, geramos o encontro entre som e movimento num único momento, que se quer de síntese para um novo ciclo individual em território português. Nada sabemos sobre o futuro e, nesse sentido, eis-nos chegados a um tempo de retorno ao princípio, a tudo aquilo que é essencial, ao toque, ao afeto, e à haptonomia que nos acompanha desde a fundação da TOK’ART.
Voltar à música e à dança. Voltar a Nostos.”  André Mesquita
Neste seu novo trabalho, André Mesquita irá contar com a parceria musical do pianista australiano Simon James Phillips, que se apresenta ao vivo.»

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